4 de novembro de 2010 às 07:56

A alguns meses atrás, uma amiga me escreveu uma carta. Bem, se você lesse o que ela escreveu, não chamaria de carta, e sim de tapa sem mão. Vou explicar porque... Depois do meu ultimo namoro, eu simplesmente joguei tudo pro alto, estravazei mesmo... Cai no mundo, larguei tudo. Eu fiquei desnorteada, e o que me restou foi me jogar nas baladas, no bailes, nos caras. Eu fiz muitas besteiras, devo admitir, e se eu não abrisse os olhos há tempo de ver o que eu estava fazendo comigo mesma... bem, teria sido muito pior. Mas graças á Deus, eu tenho amigas. E essa em especial que me escreveu á carta, foi uma das quais me livrou do buraco que eu estava me enterrando. E tudo por culpa de uma droga de um namorado idiota... ( bem, isso é o que eu digo agora né ! rs ).  Eu não vou escrever aqui, o que ela disse na carta; por que na época que eu li, me doeu TANTO, que eu não consegui relê-la durante muito tempo. Doeu de verdade, como se tivessem cortado o ultimo fio de esperança que eu ainda tinha com ele. Doeu, mas eu não poderia ter lido nada que me fizesse enchergar mais as coisas do que aquela carta, ela me abriu os olhos, eu passei a enchergar com clareza o meu fim, depois de ler tudo aquilo, parei de fantasiar, um recomeço, ou seja lá o que for que eu estava pensando.. nas recaídas talvez. E eu tive algumas, 2 na verdade. Não me arrependo de nenhuma delas, confesso. Até por que, quando aconteceram eu ainda estava, completamente, indiscutivelmente, apaixonada por ele ainda. Então foram momentos importantes, pra mim. Mas passaram... só durou uma noite. E acho que era isso que a Babi quis me mostrar quando me escreveu á carta, que eu não era alguém, que merecia apenas uma noite, que eu não era uma rata de balada, e e que eu  não precisava arrasar com a minha imagem, por causa de um cara, que não me dava valor nenhum, que não merecia uma vírgula de tudo o que eu sentia por ele, e que NUNCA mereceu todo o amor que, inegavelmente, eu tinha pra dar. Foi difícil me libertar, foi insuportável ficar longe dele ;* eu quase pirei. Mas eu superei, muito mais rápido do que eu imaginava. Ainda penso nele, é inevitável... o cara foi o meu primeiro namorado de verdade sabe ? Do tipo que sê anda na rua de mão dada e diz que ama na frente dos amigos. O meu primeiro cara... rs' Agora agradeço á Babi por aquela carta. Mesmo que na época eu tenha ficado meio magoada com ela. Agora tudo o que ela escreveu faz sentido. Agora eu sou mais Dèbora, e menos impulsiva. Agora eu vivo a minha vida, sem um amor no peito, mas com o pensamento livre, pra escolher o que é certo pra mim.


Bjs ;*

um pouco de mim

Eu não vou postar sempre, mas quado o fizer farei por que os meus pensamentos já não teram mais espaço dentro da minha cabeça.. Escreverei por não aguentar mais pensar sem poder falar, e agir... escreverei pois é a única coisa que me resta, enfim. Eu tenho MUITO o que dizer... os pensamentos já estão transbordando, não há mais lugar pra escondê-los ou guardá-los. Devo dizer que estou á ponto de explodir, um vulcão de sentimentos e emoções, paixões, lágrimas, vontades... Tanta coisa reprimida e desgastada. Só me resta, além de todas as páginas das minhas agendas e diários, e guardanapos e livros.. rs' me resta este espaço em particular, pra contar um pouco do que eu vivo :)


exaustão

Estou cansada, cada vez mais incompreendida e insatisfeita comigo, com a vida e com os outros. Diz-me, porque não nasci igual aos outros, sem dúvidas, sem desejos de impossível? E é isso que me traz sempre desvairada, incompatível com a vida que toda a gente vive. Florbela Espanca


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